sábado, 28 de julho de 2012

o que sangrava em palavras

é como se colocasse essas minhas mãos com enormes dedos dentilhados por dentro do que há na noz daquilo em palavras. querendo, assim, pôr ordem a tudo que se sentiu. colocar em carrerinha, como tudo com que componho esta mensagem, o que está em convulsão. é violência! apanhamos pela sintaxe da língua de qualquer forma, antes mesmo de ser!

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