sexta-feira, 25 de maio de 2012
...e o que sobra?
tudo em mim dói. tudo que só fora da linguagem se movimenta não é capaz de satisfazer as minhas necessidades mais elementares: como respirar de mim para o outro, como saber o que faço de novo ainda sendo o acúmulo do outro de sempre! cada coisa sempre almejou seu lugar próprio, minha permissão mais abastada! a noite que começa em mim parte para um todo no tracejar da completude DELE. é engraçado escolher signos mínimos, formar mensagens que só são possíveis nessa língua com que nos comunicamos. tudo em jogo. todos em diferença! quem haveria de me julgar pelo que omito de mim e do que antes nem meu era? é preciso acordar agora. desculpe-me!
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